A discussão sobre reajustes dos planos de saúde em 2026 foi repercutida recentemente pelo Portal Tô na Fama.
De acordo com a matéria, enquanto a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve autorizar, para os contratos individuais, percentuais próximos de 5% a 6%, muitos planos coletivos, empresariais ou por adesão têm aplicado aumentos bem superiores, em alguns casos estimados acima de 20% ou mais, mesmo com melhora nos resultados financeiros das operadoras.
Na análise publicada pelo portal, o advogado Elton Fernandes, especialista em Direito da Saúde, destacou que a principal questão está na falta de transparência nos critérios utilizados pelas operadoras para os reajustes coletivos.
Segundo Fernandes, sem acesso detalhado aos dados de sinistralidade e metodologia de cálculo, os beneficiários ficam sem base para avaliar se o aumento é justificável, abrindo espaço para questionamentos judiciais.
A análise ressalta ainda que, diante dessa lacuna regulatória, a judicialização tem sido o caminho para revisar aumentos considerados abusivos, buscando que os índices aplicados se aproximem da realidade financeira dos contratos e estejam alinhados com boas práticas de mercado.
Para conferir a análise completa de Elton Fernandes e entender os detalhes sobre reajustes, critérios e riscos de abusividade em 2026, acesse a matéria do Portal Tô na Fama na íntegra.
ELTON FERNANDES SOCIEDADE DE ADVOGADOS
22.692.544/0001-02